
quinta-feira, julho 10, 2008
sábado, julho 05, 2008
Reticências

1 Março 2008
Não sei bem porquê
Gosto de escrever em forma de sapato
Começando na curva arredondada do pé
Até chegar às pontas dos dedos num desvelo timorato...
Ana Maria Puga, Reticências... Papiro Editora, 2008

Interpretado com a caneta e o pincel, o poema podia resultar mais ou menos assim. Mas a Ana Maria nunca nos havia de perdoar...
quarta-feira, julho 02, 2008
Filinto Elísio, da velha França...
quarta-feira, junho 25, 2008
Nim

A Nim está a fazer-se uma bonita cachopinha. Passou para a Escola lá de cima para o quinto ano, parece que é boa aluna a matemática, mas, diz a Clara Centeno, que é professora de inglês, não se lhe arranca uma palavra. Já não pára na papelaria: as irmãs não a querem por lá.
terça-feira, junho 24, 2008
Aleivosia
O Portugal, Caramba! tem estado um tanto parado devido a uns pequenos problemas com um certo animalejo... A gente não alumia o nome ao bicho porque a nossa mãezinha ensinou que essas coisas não se dizem (sobretudo à mesa, mas vá lá) porque é feio. E pronto.quarta-feira, junho 18, 2008
segunda-feira, junho 09, 2008
Un sou dans ma poche, e um caderno debaixo do braço.



Nesta página, aqui em cima, porém, o desenho do que estava na mesa do pequeno-almoço, não tinha nada a ver com coisa nenhuma. Serviu só para desenjoar. Ou, talvez, já não recordo, para interromper a leitura e conversar com os outros convivas. É meritório, não é?
domingo, junho 08, 2008
sexta-feira, junho 06, 2008
sexta-feira, maio 30, 2008
Questões de constitucionalidade
A Congregação para a Doutrina da Fé, que Sua Santidade o Papa Bento XVI superiormente dirigiu até à sua eleição, parece ter publicado um decreto, daqueles da Santa Sé, com efeitos imediatos, a proibir terminantemente, e sob pena de excomunhão, a ordenação das mulheres.Isto dizer que o femeaço, essa metade da humanidade que faz o favor de dar á luz todo o resto, está excluído de um dos Sacramentos divinos: a ordem. E não o podendo receber, o gajame não pode ser padre - o que, etimologicamente, até estaria certo - e, portanto, não pode aceder ao sacerdócio. Tau! Mordam-se.
Pois!
O Portugal, Caramba! não teria nada a objectar se a Igreja Católica metesse o nariz só lá nas coisas dela, paredes a dentro do Vaticano, por exemplo. Pronto! Não havia mulheres. Que se amanhassem. Bom proveito lhes fizesse.
O problema é que a Igreja Católica é uma organização internacional com um peso considerável, por exemplo, no nosso país.
E bom, nada a dizer se ainda estivéssemos sob a constituição de 1933. A mulher era um ser inferior. Não podia ter passaporte se o marido não deixasse e só votava se fosse viúva e, portanto, cabeça de casal.
Mas já não estamos. Houve um tal de 25 de Abril, elegeram-se deputados a uma Assembleia Constituinte, votou-se uma constituição em tudo diferente. E a discriminação em função do sexo, religião ou raça foi radicalmente banida.
Portanto, Sr. Dr. Gomes Canotilho, Sr. Dr. Jorge Miranda, Sr. Dr. Vital Moreira, Excelências que sois famosos constitucionalistas, dizei-nos:
Podem as nossa autoridades permitir a existência de uma organização que claramente contraria a nossa constituição? Que estabelece uma diferença objectiva de carreiras em função do sexo?
E reparem, a diferença não é sequer de género: a Santa Sé não se propõe excomungar os Bispos que ordenem homossexuais masculinos cuja identidade de género não coincide com o seu sexo. Nem autoriza a ordenação de mulheres que se identifiquem com o género masculino. Não. São as «mulheres» que são discriminadas.
Mas pronto, a vida custa a toda a gente, admito que não queiram meter-se numa destas. Mas, ao menos digam-me: como é que se faz para declarar inconstitucional uma coisa destas?
quinta-feira, maio 29, 2008
terça-feira, maio 27, 2008
O Caso Esmeralda

segunda-feira, maio 26, 2008
quinta-feira, maio 22, 2008
terça-feira, maio 20, 2008
domingo, maio 18, 2008
Capturas
quarta-feira, maio 14, 2008
Os Diamantes são para sempre (continuação)
É um prémio feliz. Não tem nada a ver com o resto deste post onde tenho de indicar seis coisas detestáveis.
- Então, se os Senhores dão licença, cá vai!
terça-feira, maio 13, 2008
O Diamantes são para sempre (é o que diz a De Beer e o Portugal, Caramba também)
A Gi, autora do Pequenos Nadas (o 1 e o 2) - que constam aqui à direita com esse nome e também com o nome de Enormes tudos - o meu espírito de contradição, pronto - atribuiu ao Portugal, Caramba! a distinção Blog Diamante.Não me atrevo a discordar do critério da Gi, dado que todos os outros blogues que ela nomeou e eu fui espreitar merecem.
Como não quero nem devo, porém, recusar uma tão gentil distinção, resta-me cumprir as regras deste jogo e que são, por ordem, as seguintes:
1) Colocar aqui o link de quem me elegeu. (Já está, por tudo quanto é lado!)
2) Colocar aqui as regras desta atribuição. (É o que estou fazendo.)
3) Eleger seis outras pessoas, autoras de blogues. (Ui! É o mais difícil e perdoar-me-hão se demorar mais um tempinho.)
4) Avisar essas pessoas e deixar um comentário no blog de cada uma delas. (Será feito, à medida em que o ponto anterior for sendo cumprido.)
5) Partilhar seis coisas que consideramos importantes e outras seis de que não gostemos.
segunda-feira, maio 12, 2008
Irena
O rosto de Irena novasexta-feira, maio 09, 2008
Homenagem do Sérgio de Sousa ao Maio de 68
quarta-feira, abril 30, 2008
Quem sai aos seus, voa baixinho.

Era licenciado numas Letras quaisquer, argumentava sempre com um esquema diante dos olhos e achava que, acima de tudo, tinha de se ser coerente.
Nós nem por isso: verdade era dialética, as contradições faziam parte do processo revolucionário e a vanguarda da classe operária é que era, nós, mais ou menos intelectuais só podíamos estar a seu lado. E passávamos horas à roda da mesa, como dantes soía, reuniões atrás de reuniões, a decidir da linha justa. Estávamos, como se dizia então, «a serrar presunto». O Pedro Alves, porém, que era maçarico naquelas coisas, achava que estávamos era a perder tempo. A bem dizer, a gente suspeitava de que ele se tinha apaixonado por uma senhora casada - as paixões revolucionárias foram mato, naquelas eras, quem não se separou nem participou em dúbios encontros que atire a primeira pedra - e queria aproveitar aquele bocadinho antes de ela ir ter com o marido.
Apesar disso, muitas vezes fomos dar com ele a trabalhar até altas horas no gabinete, com planos e reestuturações que eram chumbados liminarmente porque os sectores implicados tinham sempre coisas muito mais importantes em que pensar.
- Mas o quê, caramba, mas o quê? - indignava-se.
Não obtinha resposta... ou sim: relambórios revolucionários, cheios de palavreado redondo, parágrafos tirados do Lenine ou do Enghels.
- Tás a ver? - acalmava-o eu. - É um período revolucionário, pá, só acontece uma vez na vida.
- Mas qual revolução, pá? - gritava ele. - Se não há trabalho revolucionário, como é que há revolução?
Nós encolhíamos os ombros. Algum mais exaltado respondia que tudo isso eram conceitos burgueses, contra-revolucionários. Tarefismo. E por aí fora. O jovem gestor não tardou a ser suspenso, transferido, reduzido á sua insignificância; um dia, o Pedro chateou-se e declarou-nos que se ia embora.
- A gota de água, pá. - explicou-nos ele. - Atingi o meu limite. Não aturo mais aquele gajo. Ou sai o Director ou saio eu.
Tinhamos ido almoçar em grupo, ali adiante da Escola Politécnica que ainda não tinha ardido, e estávamos já nas bagaceiras. Eu tinha acendido o cachimbo com um tabaco pestilencial - era para o que dava o vencimento - e enchia a atafulhada sala com as largas baforadas de espesso nevoeiro, mas nessa altura ainda não era pecado.
- Qual Director? Ele há quatro! - perguntei eu
- Três. O outro é o presidente. - precisou o Leonel.
E o nosso camarada alumiou o nome ao santo.
A empresa em que trabalhávamos tinha sido considerada estratégica, tanto antes como depois de Abril, e estava cheia de «fascistas». Por isso achou-se bem que fosse intervencionada: os militares sucediam-se nos diferente pelouros e o Director em causa qualificara-se para o cargo pelo facto de ser Capitão, piloto aviador da Força Aérea, provável ex-bombardeador de tabancas indefesas.
A proposta que o Pedro Lemos, gestor gestor recém-eleito e, já agora, o engenheiro Lousa, responsável por um importante sector técnico da empresa, tentavam que fosse discutida dizia respeito à concentração dos múltiplos edifícios pelos quais se espalhava a actividade da empresa. O produto principal dividia-se por três edifícios, tão distantes uns dos outros que exigiam um corropio de viaturas para se manterem em contacto. A manutenção dos equipamentos, essa podia requerer, no mínimo, umas cinco oficinas, cada uma instalada num inferninho à parte. A empresa fôra, ao longo das décadas, adquirindo edifício atrás de edifício, aluga daqui, compra dali, para instalar tão importantes necessidades.
O património imobiliário era impressionante. Das complexidades correlativas nem se fala: diga-se apenas que um carrossel de carrinhas 4L girava incessante, por vezes com um só papel, mas acompanhado do respectivo protocolo - um caderno de capa preta que tinha de ser preenchido à mão - que devia ser assinado pelo contínuo do serviço destinatário antes de a carrinha, vazia agora, percorrer de volta o caminho para mais um molho de folhas.
Fazer um grande edifício que concentrasse tudo isto parecia ao jovem camarada, bem como ao camarada engenheiro responsável pelo produto, uma medida razoável. O financiamento estava á vista: bastava alienar dois ou três dos edifícios para garantir a viabilidade da nova sede.
- Vamos lá a voar baixinho, disse peremptório, o Sr. Capitão piloto aviador, pondo ordem na reunião de planeamento.
- A voar baixinho, estão a ver? Como é que os gajos querem que se faça alguma coisa? - e repetiu: - Se ninguém faz trabalho nenhum, como é que querem fazer a revolução?
- Tens a certeza de que alguém quer? - provoquei eu a escarafunchar no cachimbo que se tinha entupido. - Olha que eu não sei se acredite...
- E então, vais-te embora só por isso? - perguntou o Leonel.
- Só por isso? Achas que não chega? Um parvalhão que não sabe ler nem escrever, um analfabeto de pai e mãe, a mandar a malta voar baixinho? Se não tem envergadura para dirigir uma empresa deste tamanho, andor. Não vai ele, vou eu. Tenho mais que fazer, pá. Vou trabalhar para a Nanterre, que há lá muitos livros.
- Pá - intervim eu a pôr água na fervura. - Que é que tu queres? O gajo o que aprendeu lá na tropa foi a voar assim. E sabes porquê? Com aquelas latas velhas dos Fiates e dos T-3 e os helicópteros da Grande Guerra, eles têm é medo de ir mais alto. O programa revolucionário dos gajos tem de ser a mesma coisa, pá, é rasteirinho, pronto.
A resposta do Pedro Costa não foi lá muito bem educada e questão ficou por ali, que remédio. Ele partiu, escreveu uma meia dúzia de cartas aos amigos, publicou um par de livros, ainda me mandou um e o outro encontrei-o, por acaso, numa livraria em Montmartre, quando por lá andava com uma amiga, em turismo romântico.
- Olha, olha! - exclamei eu deliciado.
A Voilá veio espreitar, leu o título que falava da enteléquia e quis saber a razão dos meus entusiasmos.
Contei-lhe, por alto, com o fim da história, de que entretanto me inteirara.
Vinte e cinco anos depois da partida do Pedro (Lemos Costa, como estava na capa do livro), mais mês, menos mês, mais ano, menos ano, com alguns (bastantes, para não dizer muitíssimos) milhões de contos de prejuízos acumulados, a empresa contratou finalmente um gestor a sério: não importa a sua filiação partidária. Não parece que tenha saneado as contas, mas o que fez logo, além de despedir meia dúzia de pessoas mais ou menos incómodas, claro, e contratar meio cento de outras, foi vender os imóveis inúteis e concentrar os serviços.
Não soube dizer à Voilá, nem provavelmente o saberão, quer o Engenheiro responsável, quer o outrora jovem Pedro Costa, que luvas terá havido nessas transacções ou até, quem sabe, se não terá havido nenhumas. O que é certo é que, durante vinte e tal anos, a contar por baixo, se andou a voar muito baixinho.
Éramos assim antes do célebre dia 25. Mas como do nada, nada sai, assim continuámos a ser.Quem quis ser diferente, emigrou. Nós, em matéria de voos, queremos e havemos de continuar a ser assim rasteirinhos, rasteirinhos...
quinta-feira, abril 24, 2008
Glória ao Vencedor

sexta-feira, abril 18, 2008
Adivinha:

O Portugal, Caramba! não tem quaisquer dúvidas sobre a enorme influência da Igreja Católica Apostólica Romana na cultura portuguesa. Ela faz-se sentir desde as grandes questões fracturantes da nossa sociedade, como se viu durante a discussão sobre o aborto e, mais recentemente, no problema da culpa no divórcio litigioso, até aos mais ínfimos detalhes.Assim, o Portugal, Caramba! propõe aos seus leitores a seguinte adivinha:
Como se chama a jovem cantora portuguesa que declarou:
quarta-feira, abril 16, 2008
Carta Aberta ao/à Senhor/a Gerente

Recebi da filial da instituição bancária que V. Exª/º dirige, um questionário impresso.
No seu (dele) antecipadamente grato preâmbulo, explica o dito impresso que a minha colaboração é pedida para dar cumprimento ao Aviso nº 11/2005 do Banco de Portugal.
Não querendo duvidar da vossa competência profissional, estranho que tenham decorrido três anos desde a emissão do Aviso e este vosso pedido de colaboração.
Demorou assim tanto tempo a elaborar o questionário? Acredito que sim, porque acredito também nas virtudes da ponderação.
E, de facto, reparo que ponderaram atentamente as eventuais susceptibilidades dos vossos clientes. A abrir a carta deparei logo com a expressão «Caro/a Cliente». Dado que o meu nome no envelope é claramente masculino, e não podendo supor que V. Exª/º não se tenha dado ao trabalho de o ler, interpreto essa fórmula de tratamento como propositada para respeitar uma possível identidade de género alternativa. Agradeço a atenção e, desconhecendo por meu lado a orientação sexual de V. Exª/º retribuí da melhor forma possível como constatou supra.
Perdoe-me V. Exª/º este longo intróito, que eu vou já à substância desta carta.
Sou cliente da vossa instituição há tantos e tantos anos que muito me espanta que venha agora perguntar-me coisas do tipo como me chamo e onde moro - bastava terem guardado fotocópia do envelope que me enviaram, não? - data do nascimento e profissão, se estou activo ou reformado, rendimentos e habilitações literárias... - tudo coisas que constam nos inúmeros papéis que V. Exªs me enviam regularmente ou dos contratos que convosco firmei; e não creio que alguma das coisas que me perguntam seja omissa da minha ficha de cliente. Que alguns dos vossos Administradores não necessitem de saber ler, não me parece grave. Não acredito, porém, que os jovens futuros executivos que mourejam atrás das vossas secretárias (honnit soit...), não possuam pelo menos um par de pós-graduações. Porque não recolhem eles os dados do vosso próprio ficheiro?
Espero, evidentemente, que nessas fichas não constem coisas como Automóvel, sim, não, ou ocupação dos tempos livres (Hobbies). Já viu V. Exª/º quanto me envergonharia o meu pobre Fiat Uno de 1987 se constasse lá em vez de um BMW? E já imaginou V. Exª/º como eu coro só de pensar que, acidentalmente, uma das vossas Secretárias, Doutoras ou Empregadas da Limpeza leria na minha ficha, que passo os meus tempos livres na internet a ver filmes pornográficos?
Perdoe-me, portanto, esta recusa envergonhada às curiosidades indiscretas do vosso inquérito.
Deixei para o fim uma dolorosa questão.
Desculpe, mas ainda não tinha sido insultado tão gravemente desde que o segurança de uma loja me proibiu de entrar sem selar o saco onde eu trazia um pobre par de botas acabadinho de comprar noutro lado.
- Ah, é porque há muitos roubos..., explicou ele embaraçado porque eu lhe disse claramente que não o autorizava a mexer nas minhas compras.
- E está a chamar-me ladrão?, perguntei eu com cara de poucos amigos.
- Ah, são ordens...
- Então diga ao seu patrão que acaba de perder um cliente.
E saí pela porta fora. Até hoje.
Do mesmo modo, Exmº/ª Senhor/a, tenho de lhe fazer esta pergunta: para que é que no seu questionário me pedem documentos comprovativos da minha morada e do meu número de contribuinte, da profissão, etc.?
Documentos comprovativos de quê? De que as minhas eventuais respostas são verdadeiras? Mas não é suposto que eu, cliente, seja uma pessoa honesta e verdadeira e não tenho o direito de ser assim tratado?
Em resumo, a minha pergunta é simples: é mentiroso o que me está a chamar?
Com os melhores votos de sucesso profissional para si e todos os seus colaboradores e aguardando uma resposta a estas dúvidas, sou, de V. Exª/º atentamente
a) Tacci (2)
1) Nome fictício, claro. Não sou nenhum denunciante.
2) Heterónimo, como já sabem.
segunda-feira, abril 14, 2008
O Insecto Imperfeito, de Beatriz Lamas de Oliveira

Julguei durante longo tempo ter sido a única pessoa neste mundo a dar-se conta d'O insecto imperfeito.
Não era um livro particularmente chamativo. Tinha uma capa alaranjada, um desenho a negro, tipo um grilo dentro de uma gaiola nem por isso muito bem desenhados. A Gradiva não tinha feito um esforço muito notório.
O desatento comprador agarra-o, um pouco ao calhas, entala-o entre outros mais sonantes: um policial que nunca mais recordará, um importante autor norte-americano com direito a página e meia nos suplementos literários e os poemas do Nuno Júdice.
A Fernanda Botelho era uma mulher muito inteligente. Como tenho lido muito poucas, e muito poucos. Acredito que deixou estas perguntas para si própria, sem nenhuma intenção de fazer delas uma nota crítica. Mas é o que se encontra na net.

A outra pessoa que reparou no livro de Beatriz Lamas de Oliveira foi o Sérgio de Sousa que tem honrado este blog com a sua atenção (não muita) e sobre ele escreveu na revista «Leiamos» de Maio de 2000 (Edição de Editorial Escritor, Lda).
Com a devida vénia, transcrevo o que a este livro diz respeito:
Depois, de uma amiga, circunstancialmente colega de liceu da autora, ouvi o comentário: «É giro, achei-lhe alguma piada.» E assim se dá cabo, autenticamente esfrangalha um livro.
Por aspectos marginais, sem minimamente ter tomado conhecimento do seu texto, eu já embirrava com o livro.
Li-o e fiquei a gostar dele.
A primeira impressão foi: Que impacto teve uma relação amorosa na autora, que ela teve de vir dissecá-la na pele de extraterrestre.»
O momento em que recusa um homem de quem tenha de tomar conta como um filho, em que quer ter uma relação «de igual para igual», com um homem responsável, com projectos e meios próprios, um homem cuja vida se não resuma à actividade de «pentacolar».
sexta-feira, abril 11, 2008
quarta-feira, abril 09, 2008
A Batalha de Não-sei-onde e os anos da Gi

sexta-feira, abril 04, 2008
Joseph Ratzinger V
, terem sido chamados ao Vaticano e, em calhando, nem era preciso. 















O mais difícil vão ser as seis coisas detestáveis. Ficam para um próximo 




