sábado, abril 03, 2010

Sem título

- Meu Deus, vai recomeçar...

7 comentários:

Graza disse...

Só tive uma pequeníssima janela de tempo na vida em que não o fiz com vontade, conheço portanto o drama de o fazermos contrariados, talvez por isso me tenha empenhado em nunca permitir que voltasse a acontecer e hoje, digo que sempre saí de casa com empenho para atacar o dia, embora saiba que são muitas vezes factores exógenos e nem sempre depende de nós. Mas concordo, no Ensino não deve haver muitos motivos para sair de casa de sorriso escancarado.

Uma expressão bem conseguida...

tacci disse...

O ensino?
Graza, não é engraçado (e altamente significativo, claro) que tenha sido essa a primeira ideia que lhe ocorreu?
Um abraço.

Graza disse...

Olhe Tacci, culpa do boneco que tem aquele ar de quem ía melhor receber o cheque da reforma do que provavelmente dar umas aulitas! Vi nele um prof cheio de patin. Nada feito!

Graza disse...

Digo: patim

Fado Alexandrino disse...

A mala é catita.
Dá perfeitamente para levar lá dentro uma Parabellum.
Ajuda.

tacci disse...

Bom, Graza, a ideia era mesmo essa.
Só não o identifiquei claramente como professor porque me parece que o emprego, nas condições em que vem a ser oferecido, é cada vez mais uma tortura.
Eficiência, eficiência, eficiência!
Os chefes vão-se tornando, cada vez mais em capatzes, como aqueles tocadores de tambor nas galeras romanas, a marcar a cadência dos remadores.
E alguém que se tenha formado em história, em filosofia ou em em direito, ou num desses milhentos cursos com que as universidades vão entretendo os nossos filhos, vai feliz para a sua galera? Um jovem que gosta de passear por um museu, de ler um livro, ou simplesmente apanhar um bocadinho de sol na praia ainda conseguirá ir feliz para o seu emprego em frente a um computador numa empresa de vendas pelo telefone?
Receio que não.

tacci disse...

Pois é, Alexandrino.
Nunca te deu pena de teres razão?
(às vezes, a mim dá)